UM DEDO DE PROSA
Na última terça-feira, dia 1º de maio, comemorou-se
o DIA DO TRABALHADOR. Festas em homenagem aos trabalhadores foram realizadas
por todo o Brasil, porém, o que todos os homenageados mais queriam era que seus
serviços fossem mais valorizados pelos seus patrões e, principalmente, pelos governantes.
De que forma? Reconhecendo a importância dos seus trabalhos e remunerando-os
melhor.
Muitos são os trabalhadores que recebem
um mísero Salário Mínimo e fazem malabarismo (pra não dizer mágica) para se
alimentarem e pagarem suas contas com algo em torno de R$ 620,00. Enquanto isso,
os políticos – Brasil afora – reivindicam a manutenção dos seus salários extras
(14º, 15º, 16º, 17º e 18º salários) alegando que não dá para eles viverem com o
salário de fome que recebem (superior a 20 mil reais).
Pobres coitados!...
Deveriam criar uma lei obrigando todo e
qualquer postulante a um cargo político a fazer um pacto de pobreza: um ano
antes da eleições, durante seis meses apenas, eles seriam submetidos à
experiência de passar o mês com apenas um salário mínimo. Se eles conseguissem
concluir os seis meses em bom estado físico e psíquico, teriam direito a se
candidatarem. Caso contrário, iriam esperar - na fila da rede pública de Saúde –
por um atendimento psicológico.
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