quinta-feira, 12 de julho de 2012


CRÔNICA DA SEMANA

UM DRIBLE NA TRISTEZA
(Leca Castro)

Quando a tristeza impera, o melhor remédio é lotar-se de atividades.
Não importa se você trabalha, estuda ou é uma pessoa à toa na vida. Ficou triste? Arrume algo para fazer e, se não tem tempo, faça o de sempre mesmo, mas de forma diferente.
Altere seu foco todo para algo diferente. Faça de tudo para não pensar na causa da tristeza e deixe o dia ir passando. Ao findar o dia, verá que não foi tão difícil assim viver. E no final do segundo dia sentirá que a dor não dói tanto quanto no início do dia anterior. E assim a gente vai fazendo: driblando um dia, enrolando a tristeza, até que ela se canse de nós e vá embora. Claro que ela deixará um rastro para que lembremos que passou por ali, mas você saberá que quem manteve o domínio foi você.
Não somos pessoas tristes. Somos pessoas que ganham alegrias e tristezas pelo caminho. Somos pessoas que possuem ferramentas em mãos para se tornarem otimistas ou não. Somos pessoas que têm opção sempre. Somos pessoas que escorregam, que caem e que erram. Mas também somos pessoas que levantam e tentam acertar. Somos seres que tentam se humanizar.

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