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(Joésio Menezes)
Despe-te do vestido furta-cor
E deixa teu corpo sentir o meu.
Prometo-te despir-me do pudor
E deleitar-me sob o fogo teu.
Permite-me conhecer o furor
Do teu cio, cujo cheiro acendeu
Em mim um fogaréu abrasador,
Capaz de levar-me ao apogeu.
Dá-me o prazer de contigo estar
E permite-me, também, desfrutar
Tudo que ao deleite nos conduz...
E bem no clímax da excitação,
Nossos gemidos se transformarão
Numa ode aos nossos corpos nus.
DELÍCIAS DO PECADO
(Joésio Menezes)
Eu quero me mostrar voraz
E – sem pudor- morder tua nuca.
Eu quero te deixar maluca
Dando-te o que te apraz.
Peço que te entregues a mim,
Que me permitas te beijar
E –por inteiro– te amar
Sem restrições, ou coisa assim.
Deixemos de lado, de vez,
Essa aparente timidez,
Esse recato disfarçado...
Esqueçamos nosso pudor
E entreguemo-nos ao amor,
Às delícias do tal pecado.
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