MEUS VERSOS LÍRICOS
DILEMA
(Joésio Menezes)
Desculpe-me o dilema, caro leitor,
Mas na vida do homem isso é comum.
Não sei se quero ser mais um
A trocar o ócio pelo labor.
Não sei se prefiro o frio ao calor,
Não sei se como caviar ou jerimum,
Não sei se muito dinheiro ou nenhum,
Não sei se “transo” ou se faço amor.
Não sei se a vida é mesmo minha
Ou se a dúvida que me definha
É abstrata ou é concreta.
Não sei se jogo na loteria...
Não sei se me caso algum dia
Ou se compro uma bicicleta.
PEDIDOS EM VÃO
(Joésio Menezes)
Peço-te um abraço e foges de mim,
Peço-te um beijo e me dizes não,
Dou-te todas as flores do meu jardim
E ganho apenas um aperto de mão.
E quando tento decretar um fim
Às angústias do meu coração,
Tu apareces e feito um estopim
Sinto queimar-me o fogo da paixão.
Tento apagar esse fogo ardente
Que aniquila o meu peito imprudente
E faz de mim um ser incapaz...
Quando o fogo está quase apagado
E o meu peito aparentemente curado,
Peço-te que não me deixes mais.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
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