
MINHA DEUSA
(Joésio Menezes)
Minha amada Benedita,
Inda que nos chegue a morte,
Nossa paixão bendita
Há de se tornar infinita,
Assim como é minha sorte.
Desde aquele primeiro dia
Em que tua boca eu beijei,
Um misto de prazer e heresia
Soma-se à minha fantasia:
Amar-te como nunca te amei.
KARINA
(Joésio Menezes)
Ela traz no olhar ainda pueril
A esperança de um novo mundo:
Mais promissor e bastante fecundo,
Mais igual, mais justo, bem mais gentil...
Traz estampados no seu rosto juvenil
A vontade e o sentimento profundo
De mudar o pensamento infecundo
Dos que não crêem nos jovens do Brasil.
E ao surgir de cada nova alvorada,
A esperança é facilmente notada
Nos seus olhos reluzentes de menina.
Justiça, igualdade, confiança,
Amor, paz, esperança...
Tudo isto vejo nos olhos de Karina.
Joésio Menezes
ResponderExcluirBelo soneto leio aqui, meus cumprimentos, valeu abrir seu Blog,
Efigenia Coutinho
gostei muito do poema :)
ResponderExcluirobrigada pelo comentário e concelho :)