quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

UM DEDO DE PROSA



SE AMAR É VIVER, AMEMO-NOS, POIS
(Joésio Menezes)



 Se aqui eu fosse deixar um recado aos meus leitores, deixaria a eles a célebre frase do inesquecível Charlie Chaplin: “o homem não morre quando perde a vida, mas sim quando deixa de amar”. Assino embaixo (e ainda reconheço firma) do que filosofou o grande Carlitos, pois a partir do momento em que renegamos o amor, deixamos de conhecer o real sentido da vida e, consequentemente, deixamos de viver.
Deixamos de viver as e para as coisas boas que a vida nos proporciona: a natureza, a beleza e os encantos do Universo, a liberdade de expressão, o direito de ir e vir, a esperança de um novo amanhã, o sorriso puro de uma criança, o funcionamento perfeito dos nossos cinco sentidos, a amizade, o ato de solidariedade, o amor...
Quando deixamos de amar, negamos a nós mesmos o direito à própria vida; afastamos do nosso convívio todos aqueles que se propõem a viver movidos pelo sentimento de Amor; abrimos vagas em nosso coração aos inquilinos Ódio e Rancor e damos à inimiga Solidão o direito de nos fazer companhia.
Voltando ao primeiro parágrafo deste meu texto, se aqui eu fosse deixar um recado aos meus leitores, diria a eles para AMAREM INTENSAMENTE, pois o AMOR é a força motriz dos nossos órgãos vitais, especialmente do coração; é o combustível da nossa máquina chamada CORPO, é o suplemento alimentar da nossa alma...
Amemo-nos, pois!

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